Funnel Hacking Live 2023 – Dia 2

Funnel Hacking Live 2023 - Dia 2

Funnel Hacking Live - Dia 2

No segundo dia do Funnel Hacking Live 2023, os temas vieram aprofundar mecânicas do Linchpin e, como explico no artigo do dia 1 do FHL, o objetivo é mostrar transformação (se não sabes do que estou a falar, cica aqui para explorares o artigo do dia 1 do Funnel Hacking Live).

Se também não sabes o que é o Funnel Hacking Live, vê a explicação no artigo do dia 1.

Na manhã do segundo dia estava com uma mistura de êxtase, expectativa em alta e uma pitada de jetleg…

Mas lá acordei e segui as minhas “morning routines” tanto quanto possível e fui tomar o pequeno-almoço a um dos vários estabelecimentos do hotel que by the way era gigante! Nunca vi um hotel daquela dimensão nas minhas viagens pela Europa, muito menos no nosso Portugalito (digo isto com apreço e não com desdém pelo nosso lindo país).

Há algo de espetacular em acordar, sair do quarto e ver milhares de pessoas que estão no hotel para o mesmo evento que tu, e se há algo que aprendi é que em Portugal não temos o verdadeiro networking. It’s a shame.

Nisso, os americanos e brasileiros que por lá vi estão muito à nossa frente. Por várias ocasiões houve malta com a iniciativa de vir ter connosco e perguntar o que fazíamos, mesmo que estivéssemos numa roda a falar entre nós (equipa KIAI), e a conversa desenrolava bastante depois de saberem que vínhamos de Portugal.

Trocávamos ideias, insights e estratégias para funis, lançamentos e vendas no geral, ficávamos com os contactos uns dos outros e em algumas ocasiões percebíamos que estávamos a falar para pessoas que estão agora mesmo a começar e uma ou outra que, basicamente, tinham alguns milhões em património e nos bancos.

Em Portugal a malta com este tipo de poder económico (felizmente não são todos) é um pouco snob (à falta de outro adjetivo), mas estes que vinham ter connosco estavam genuinamente interessados em contribuir com insights para a comunidade de Funnel Hackers e têm a consciência que por vezes pode surgir uma grande ideia a partir de uma conversa com um estranho que, à partida, não teria muito para ensinar a quem está num patamar elevado.

Marco Nogueira no Funnel Hacking Live 2023
Jim Edwards e Marco Nogueira no Funnel Hacking Live 2023

O segundo dia do FHL23 começou com muita animação. Afinal de contas eles avisaram no início do dia 1: This is not a marketing conference. “This is a rock concert for Entreprenours!”

Russell Brunson subiu a palco para lembrar o que aprendemos no dia 1 fazendo várias referências às palestras que passaram e abrindo o loop para as que estão para vir, reforçando a premissa “Continuity Compounding” e que tudo o que fazemos tem de ser para levar as pessoas para um produto de continuidade.

Table of Contents

Bridger Pennington e Mason Vranes

Bridger Pennington e Mason Vranes

Subiram a palco Bridger Pennington e Mason Vranes e falaram da resistência (referência ao que o Russell falou no primeiro dia para ligar os pontos no Story Arc) que tiveram ao não aceitar o que o mestre Russell lhes falou sobre aplicarem produtos de continuidade na escada de valor do negócio deles.

Essa resistência acabou quando levaram com um chapadão na cara de um investidor que decidiu não investir no negócio apesar de este faturar muito bem, simplesmente porque não tinham continuidade nas vendas a clientes, e o ARR (Anual Regular Revenue) era zero.

Explicaram à plateia que os investidores pagam/injetam em média 5x mais dinheiro do que o que a empresa teve em ARR no ano anterior.

E, se estivermos a falar de um SAAS, o montante pode ascender até 20x, porque tem muito mais poder de escala. É incrível, não é?

Por isso é que o teu negócio deve ter 3 tipos de produto.

Outra coisa que falaram foi que as pessoas estão dispostas a pagar pelo mesmo produto, se este vier “empacotado” de outra forma.

É algo que tento incutir a alguns empreendedores com quem trabalho, mas na maioria das vezes a resistência fala mais alto.

Se tens um e-book como lead magnet, podes criar um curso rápido que contenha exatamente o mesmo conteúdo do e-book, mas que a pessoa recebe empacotado em vídeo aulas e, como a perceção de valor é maior, podes cobrar dinheiro por isso.

Se escreveste um livro que ensina outros a fazer o que fazes, podes transformar isso num curso robusto e completo que vendes por um ticket bem mais alto. Depois podes criar uma mentoria que vendes por ticket ainda mais elevado (+/- 5K) e ainda um mastermind.

O melhor é que podes fazer tudo isto num único funil com sucessivos upsells, e ads a apontar para cada etapa do funil (se fizer sentido no teu contexto), sem te esquecer de levar para as pessoas a aderir a um produto de continuidade/subscrição (com o devido MIFGE). Vê a ilustração do que falo:

Stu McLaren

Stu McLaren

Por esta altura já todos na sala (mesmo os mais séticos) estavam a prestar muita atenção a esta necessidade de existirem produtos de continuidade no negócio.

E quem melhor no mundo para falar de produtos de continuidade?

Stu McLarem. Quem mais?

Stu é o suprassumo guro dos produtos de continuidade e dos Memberships. Para teres uma noção, ele apenas lança 1x ao ano e fatura muito, muito mesmo.

Mais o mais importante são as vidas de empreendedores ao redor do mundo que têm mudado para melhor com os ensinamentos dele.

E tenho uma boa notícia para ti.

O Stu McLaren vai estar pela primeira vez ao vivo em Portugal no próximo KIAI Live. Vê aqui como podes adquirir o teu bilhete (sim, estou a fazer publicidade gratuita ao evento do meu mentor e boss Ricardo Teixeira e nem recebo comissão se comprares bilhete. Mas sei que, com o nosso método, os empreendedores têm resultados e quero ajudar o máximo de pessoas que conseguir. O KIAI Live pode ser um primeiro pequeno grande passo para o teu negócio).

O Stu partilhou muitos insights, mas para mim o mais importante e vejo acontecer também aos empreendedores que tento ajudar é que pecam por excesso nos seus memberships.

Volume não é sinónimo de qualidade e não contribui para a clareza das pessoas que adquirem a subscrição de um membership com um objetivo em mente.

Mais conteúdo leva muitas vezes a um “overwhelming”, a um sentimento de “estou assoberbado com tanta coisa neste membership que nem sei por onde devo começar”, e isso leva inevitavelmente a desistências.

Membership tem de significar velocidade na transformação.

Recomendou a leitura de um livro “One box at a time” de Sarah Williams. Não conheço, mas já está na minha wish list.

Deixa-me contar-te um pequeno segredo… tenho um pequeno caderno que pedi “emprestadado” às prendas do meu filhote, onde aponto todos os livros que vejo serem recomendados por pessoas que sigo e acho que tenho de ganhar o Euromilhões para os adquirir.

Até ao momento são perto de 90.

Sim, é ridículo. Eu sei… mas cada um com as suas pancas. A minha são livros e cursos.

Um dia monto uma biblioteca privada aqui na freguesia de Chave em Arouca. 🤣

Anyway… tens de ajudar o teu cliente a atingir o objetivo que pretende, por isso o teu membership tem de ter aquilo que chamamos de Caminho do Sucesso.

O Caminho do Sucesso (success paht) tem de dar uma visão clara ao teu cliente, por forma a perceber em que ponto se encontra (ponto A) e que exercícios/tarefas/missões/passos tem de cumprir para no final atingir o objetivo (ponto B).

Desta forma, o melhor será aplicar o Staircase Growth Method.

Este método cria pequenas vitórias e gratificações que devem ser celebradas para manter a motivação do cliente, e para que este consiga olhar para trás e ver claramente a evolução que está a ter.

Caminho de Sucesso num Membership - Stu McLaren

No ponto A deves procurar entender o que é que as pessoas estão a pensar, sentir e o que estão a fazer, e repetir o mesmo exercício para quando se encontram no ponto B.

Depois tens de fazer engenharia inversa desde o ponto B ao ponto A.3, depois para o A.2 e por aí adiante, precisamente para que possas construir estes degraus/passos dentro do teu membership.

Isto é um plano que depois requer acompanhamento e iteração até ao momento em que acreditas estar perto da perfeição. Nesse momento já não terás de despender do teu tempo e tens uma fonte de receita passiva.

Russell Brunson

Russell Brunson

Assim que Stu McLaren terminou a sua apresentação, Russell Brunson voltou a palco.

Fez um apanhado da apresentação do Stu e explicou como aplica a continuidade nos seus negócios de suplementos.

Se tens um negócio de venda de produtos físicos, também deves criar subscrições, de forma que o teu cliente possa receber em casa os teus produtos de forma periódica.

Isto pode ser algo semanal, mensal ou trimestral.

Deixo-te aqui alguns exemplos de marcas e negócios que aplicaram modelos de subscrição, para que te possas inspirar:

Garret J. White Funnel Hacking Live 2023

Garrett J White

Bem… como é que devo descrever este senhor??…

Eu não o conhecia, mas, pelo que percebi, tem vários negócios e é conhecido por ser coach de homens que estão na eminência do suicídio.

Ele e a sua família ostentam riqueza com casas de luxo e os “super cars” desportivos e vão lançar uma série ao estilo The Kardashians”.

Not my thing…

De qualquer forma deixou um insight muito interessante, que é o uso de facilitadores para o Success Path.

O Facilitador é um agente que faz a ponte entre o Attractive Character (mais à frente explico isto) e o conteúdo do programa para o aluno.

Este agente facilitador tem por missão ajudar os alunos a melhor assimilar o conteúdo, porque está num grupo mais pequeno a trabalhar diretamente com alguns dos alunos do programa.

Pressupõe-se, portanto, que um programa deve ter um mentor principal e vários facilitadores para que trabalhem com os alunos em grupos mais pequenos.

Os alunos vêm o conteúdo, o Facilitador dá-lhes o trabalho de casa sobre esse conteúdo. Depois leva-os para uma sala mais pequena (no âmbito digital isto poderia ser uma sala de zoom) para falarem sobre o conteúdo e o trabalho de casa, e depois os alunos devem ir treinar.

Quando o aluno passa a dominar este conteúdo pode passar ao próximo nível. Tanto quanto percebi, os alunos do programa do White não avançam de nível enquanto não cumprirem determinados requisitos. Não detesto esta ideia…

Na altura que escrevo isto ainda não estivemos todos reunidos (Equipa KIAI), mas aposto que o Ricardo Teixeira já teve alguma ideia para testar no KDF ou no KIAI Academy Evolution. Estado de antecipação e expetativa ativado!

Russell Brunson

Terminada a apresentação de Garret J White, foi a vez do anfitrião voltar a palco.

Como já era de esperar, fez um apanhado da apresentação do White, reforçando a importância dos produtos de continuidade/subscrição.

Agora que grande parte do evento foi a falar sobre este tipo de produto e como estes devem funcionar, era hora de explicar qual a melhor estratégia para colocar os clientes dentro de produtos de subscrição e, desta forma, conseguir aplicar o modelo Linchpin.

É aqui que volta a entrar o MIFGE (Most Invredible Free Gift Ever) que se falou no dia 1 e que podes ver no artigo do blog.

Então o Russell partilhou aqueles que são os 7 segredos do MIFGE.

  1. O MIFGE tem de ser uma Oferta Irresistível para levar as pessoas a não querer perder a oportunidade por nada deste mundo, ou como diz o meu Sensei Ricardo “Eles têm de sentir uma dor de barriga muito grande ao dizer não!”

  2. O MIFGE não pode ser um produto completo!
    O cliente tem de sentir a necessidade do produto de continuidade.
    Exemplo: O Livro ou curso para aprender a fazer funis > software Clickfunnels para os construir.

  3. MIFGE é para tráfego quente.
    A SLO (Self Liquidating Offer que menciono no artigo do dia 1 do FHL) é para tráfego morno. A copy tem de ser direta ao ponto!

  4. O ingrediente secreto é ter algo dentro da Oferta que o cliente não possa comprar ou encontrar em nenhum outro local ou concorrente (o Russell aplica isto com os direitos que tem sobre conteúdos do Dan S. Kennedy e mais recentemente do Napoleon Hill).

  5. Pode ser um produto digital, físico ou mesmo uma experiência única (como, por exemplo, a que se aplica num Lançamento Sparta).

  6. Deves ter sempre uma opção mensal e anual.
    A anual deve ter 2 mensalidades gratuitas, precisamente para persuadir o cliente a manter-se por mais tempo contigo e, dessa forma teres maior rentabilidade assegurada.
    Como viste no artigo referente ao dia 1 do FHL, um negócio tem mais valor para os investidores se tiver maior número de recorrências anuais em vez de mensais, pois dá uma maior previsibilidade de faturação.
    O Russell partilhou ainda que em média 10% das pessoas faz o upgrade para o anual.

  7. Depois do MIFGE podes aplicar uma O.T.O (One Time Offer) e associar um 2º MIFGE. É algo que o Russell ainda está a testar e depois há de partilhar se resulta ou não.

 

Depois o Russell saiu do palco e o Devon (MC do evento) veio explicar que a próxima apresentação seria sobre o como trazer tráfego para as Ofertas do negócio.

Repara bem no Story Arc até ao momento.


1º Aprendemos sobre produtos de continuidade e como estes devem ser construídos para uma maior taxa de sucesso dos alunos e minimizar desistências, mantendo a continuidade na faturação.


2º Aprendemos que para levar as pessoas a querer entrar numa subscrição após adquirirem uma Oferta inicial, a melhor estratégia é usar um MIFGE.

E agora vamos aprender a gerar tráfego para essa Oferta inicial e, desse modo, aumentar o volume de pessoas que adquirem o MIFGE e entram nos produtos de continuidade.

Super muito bem estruturado!

Dan Fleyshman no FHL 23

Dan Fleyshman

Sobe a palco Dan Fleyshman que o apelidaram de “The King of Influencer Marketing”, que veio mostrar como gerar tráfego para o negócio com esta estratégia de marketing.

Não conhecia o Dan, mas fiquei logo com as antenas no ar, porque no passado trabalhei no e-commerce de uma marca de calçado e fizemos algumas tentativas de influencer marketing.

Como tenho noção que na altura não sabia muito bem o que estava a fazer, fiquei atento à palestra.

Uma das coisas que o Dan falou foi que o trabalho com influencers tem de mostrar autenticidade, então ele sugere que se façam no mínimo 3 publicações para dar mais autenticidade e para chegar a diferentes segmentos da audiência (visto o alcance orgânico estar pela hora da morte como todos sabemos…)

1º Publicação em vídeo deve ser um unboxing ao estilo showcase, não ter mais de 60 segundos para ser usado nos reels e não ter qualquer cta (cal to action) para o algoritmo não prejudicar o alcance.

2º Post de lifestyle mostrando o produto a ser utilizado. Esta publicação deve acontecer dias depois do vídeo de unboxing.

3º Após mais alguns dias, fazer uma publicação a elogiar a marca e o produto com um cta.

Além desta estratégia, o Dan sugere que não sejam usados quaisquer descontos ou código promocionais, porque essas palavras-chave restringem o alcance orgânico da publicação.
(eu não sei se isto é mesmo assim, estou apenas a partilhar o que foi falado no FHL).

Ele afirma que basta mostrar o produto e a marca, e deixar que sejam as pessoas mais interessadas a ir à procura.

Depois prosseguiu com a explicação de como deves abordar os influencers para garantir que consegues realizar o melhor negócio para (ambas as partes).

Para isso ele afirma que NUNCA deves perguntar diretamente ao influencer quanto é que ele quer para fazer o trabalho. Em vez disso, aquilo que tens de fazer é apresentar uma proposta de “é pegar ou largar!”.

Pela pouca experiência que tenho nesta matéria, concordo em absoluto com ele. Não raras vezes tive esse tipo de abordagem (perguntar valores para o trabalho) e as influencers apontavam valor completamente absurdos.

Acho que atiravam um valor astronómico para ver se colava ou para nós desistirmos porque não queriam estar associados a uma marca que não parecesse na televisão ou não estivesse nos shoppings deste país.

Dan diz que em vez de tentarmos parcerias deste género com superestrelas, o melhor é trabalhar micro influencers. Foi este tipo de estratégia que adotamos na marca onde trabalhei.

O objetivo era criar uma relação com essas micro influencers, de modo que tudo se tornasse o mais natural possível e esperar que um dia uma delas se tornasse grande.

Não fiquei tempo suficiente para perceber se a estratégia resultou, mas pelo que vou acompanhando muito de longe, parece-me que abandonaram essa estratégia ou não resultou. Acho que nunca saberei…

Dan Fleyshman Marketing de Influência

Dan deu-nos uma framework para usarmos na DM (Direct Message) às influencers, porque a copy é muito importante!

Ele diz que as primeiras 4 palavras são essenciais e a mais importante, e tem razão se pensarmos que estas 4 palavras na DM funcionam como o headline/gancho de um anúncio ou página de venda.

“Paid post femmale dress” e depois explicava a proposta.

Outro motivo pelo qual ele diz para fazermos isto, é porque as miúdas do Instagram recebem centenas ou milhares de DM’s todos os dias e apenas vão ler aquelas que realmente chamarem à atenção.

Então, em vez de começares por “adoramos o teu estilo blá blá blá whiskas saquetas” (e agora olho para trás e percebo a ausência de resposta que tive a algumas influencers) tens de ir direto ao ponto para captar a atenção.

Mantém os parágrafos da DM curtos e simples. Põe as cartas em cima da mesa e sê muito claro sobre a realidade da tua marca ou negócio, e porque acreditas que existe um match.

Dan também disse que deves contactar influencers em escala e não apenas alguns de cada vez, porque o mais provável (se não fores um nome grande na praça) é que a maioria não te responda, mesmo que sigas o que leste até agora.

E lembra-te de contactar o mesmo influencer em diferentes plataformas, não fiques à espera que uma única mensagem no insta seja suficiente. Por vezes é na plataforma que tem menos seguidores que a tua mensagem se vai destacar.

Faz isto com consistência para chegares a diferentes camadas de audiências que tenham potencial de se tornar clientes.

E foi aqui que eu estava à espera de mais do Dan e que não aconteceu, ou por falta de tempo ou porque não estava programado, mas achei que ele ia partilhar ferramentas digitais para se trabalhar o marketing de influência.

Um dia escrevo um artigo de blog só para este tema, mas podes explorar ferramentas como a Brandbassador (embaixadores e afiliação) ou a Primetag. São diferentes uma da outra, mas acredito que se tiveres um e-commerce com alguma escala internacional podem ser-te muito úteis.

Kathryn Jones FHL 2023

Kathryn Jones

Saindo o Dan, foi a vez de o palco receber uma mulher pela primeira vez.

A Kathryn veio falar-nos “How to get qualified traffic to your funnels?”.

Segundo ela, a resposta está nos afiliados, nas joint ventures e em ser convidado para podcast do nicho com bastante regularidade.

Não foi uma palestra extensa, longe disso, mas o essencial foi a partilha da “STORY stretagy”:

S – Scout

Observar potenciais parceiros para uma JV.

Tal como a McDonnals não iria procurar uma parceria ao Burguer King, também não faria sentido abordares um concorrente direto para uma JV.

Deves procurar negócios complementares ao teu, em que ambos façam sentido para o avatar comum, mas que não compitam entre si.

Cada cliente está numa jornada, por isso tens de encontrar parceiros que estejam antes ou depois de ti dentro dessa jornada do cliente. Isso é que vai funcionar como complementaridade.

Ao procurar um parceiro para JV, posiciona-o na tua “escada de colaboração”. Imagina a tua escada de valor, mas na qual apenas metes o teu produto bandeira e o produto bandeira de outros players, que podem estar acima ou abaixo na escada, mas nunca no mesmo nível.

Analisa também o que é que queres retirar dessa parceria ou o que podes dar ao parceiro:

  • Vendas
  • Status
  • Impacto
  • Tempo

T – Tailor

Adapta a tua mensagem para chamares à atenção.

O – Offer

Oferece um ou vários dos 4 pontos referidos acima (vendas, status, impacto, tempo).

R – Request

Formula o pedido de colaboração sendo concreto e direto ao ponto naquilo que queres que ele (parceiro JV) ou os clientes dele ganham com a colaboração.

Y – Yes

Se o potencial parceiro disser logo SIM, top. Se não derem logo o SIM, fá-lo ver a story line que falei acima, mostrando onde ele está e onde tu estás na escada de colaboração.

Cathy Yoder

Continuando no tópico do tráfego, a Cathy subiu a palco para explicar “como ser pago para fazer conteúdo e fazer ainda com que esse conteúdo gere tráfego para os teus funis”.

A Cathy usa o Youtube, ou seja, monetiza o canal.

Acho que isso para a realidade tuga é um pouco utópico, porque para conseguir monetizar um canal de Youtube, tens de ter muitos milhares de subscritores e milhares de visualizações nos teus vídeos.

Ainda assim, se fizeres uma oferta em cada vídeo e partilhares link para uma página de um funil teu ou mesmo de um produto que sejas afiliado, podes ter bons resultados.

E a Cathy deu a sua receita para sucesso com o Youtube:

  • Escolhe entre 4 a 6 tópicos que vás falar no canal
  • Tem sempre rotatividade entre os tópicos de vídeo em vídeo
  • Cada tópico deve ter um título semelhante
  • Podes ter mais amplitude no início, mas tens de manter-te dentro do nicho

O próximo passo é, após algum tempo e publicações bastante regulares, ter atenção aos dados estatísticos que o Youtube te mostra, e vê quais os 10 vídeos com mais visualizações e se existe algum padrão ou tópico que se destaque no top 10, usando o meu caso como exemplo, eu poderia analisar se o top 10 do meu canal é sobre o tópico de copywriting, funis ou e-commerce.

Depois tens de decidir criar conteúdo apenas à volta desse tópico vencedor. Isto vai ensinar no algoritmo do Youtube que apenas falas sobre esse tópico, então tens mais probabilidade de um dos teus vídeos aparecer para pessoas que pesquisam ou consomem conteúdos desse tópico, porque o Youtube vai colocar esses teus vídeos à frente dessas pessoas.

Mas deves de estar atento aos resultados que aparecem quando inseres as palavras-chave do teu nicho, para perceber se há outras palavras-chave ou mesmo outros ganchos e assuntos que se possam relacionar diretamente com o tópico que escolheste e assim ter mais ideias de conteúdos que podem ter muito bom alcance orgânico.

Consistência + Estratégia = Crescimento

Para te ajudar com esta estratégia a Cathy recomenda que uses:

  • VidIQ
  • TubeBuddy

E ainda partilhou aquilo que considera serem más práticas no Youtube:

  • Criar intros curtas
  • Ter um bumper
  • Não pedir para subscreverem o canal logo no início do vídeo
  • Falar demasiado no final do vídeo após o conteúdo principal

E as boas práticas:

  • Ir direto ao assunto sem intro

Dizer-lhes o que ver a seguir

Russell Brunson & Todd Dickerson – Clickfunnels State of the Union

Russell Brunson & Todd Dickerson – Clickfunnels State of the Union

É chegada a hora de Russell e Todd voltarem a palco, desta vez para fazer um “estado da nação”, ou seja, o que está a acontecer ou aconteceu no último ano com a Clikfunnels, o que está a ser desenvolvido para apresentar ou ser disponibilizado no futuro e mais uns bónus.

Há muitas novidades na Clickfunnels, começando pela contratação do Andrew Culver para a posição de Chief Product Architect.

Corrigiram uma série de bugs que foram sendo reportados pelos utilizadores da versão 2.0 do software (estou para ver isso) e deram vida a pedidos de vários “power-users”.

Entre outras coisas é de destacar no CF 2.0:

  • Possibilidade de email marketing com smart sending (limite de envios em bulk para não acionar flag nos servidores de email)

  • Site de Memebership – algo especificamente criado para enriquecer a experiência nos memberships. O objetivo é não terem de passar para Searchi, Circle ou outro programa espefífico para memberships.

  • Advanced Analytics

  • Conversão API do Meta

  • Payments AI – algo que concorre com outros gateways de pagamento como Paypal, Stripe ou mesmo Shopify Payments

  • Store funnels – Específico para e-commerce e para concorrer ao Shopify

  • Pipelines de venda

  • Possibilidade de agendamento de sessão 1:1 nativa

  • Countdownfunnels

  • Smart Checkout
    • Recolhes a informação e dados de uma lead num primeiro passo e depois customizar quantos passos adicionais pretendes ter no checkout

    • A CF 2.0 passa a reconhecer zonas de envio e define as taxas consoante o que defines em backoffice

    • Reconhece utilizadores quando estes voltam a um dos teus funis e além de poderem atualizar os seus dados pessoas e de pagamento, passas a poder fazer Upsell a pessoas que compraram no passado, oferecendo produto de consumo recorrente.

  • Marketing AI Widget – Integração com inteligência artificial que vai dar sugestões aos teus funis

  • E mais outras coisas giras.
Steve Larsen

Steve Larsen

Vamos recapitular o story arc.

Vimos que a lista é um dos principais ativos de qualquer negócio e deves começar por aí ou ter o list building como processo contínuo no teu negócio.

Depois falou-se dos produtos de continuidade e o porquê de estes deverem ser o foco de todo o teu negócio (recuring revenue + previsibilidade de faturação + retenção).

Em seguida aprendemos a levar as pessoas que entram numa Oferta a irem entrarem para um produto de continuidade, usando o MIFGE.

Logo fica a questão “Como levar as pessoas para a Oferta inicial?” e a resposta é: gerando tráfego para os funis. Como a malta anda chateada com o Darth Zucka (imagem Leonardo AI), falou-se em estratégias de tráfego orgânico (o que nunca será suficiente para teres resultados)

Agora é tempo de subir a palco Steve Larsen, um génio do funnel building (e de bué cenas!), para partilhar connosco “a arte de usar demonstrações loucas (a.k.a. Dramátic Demosntrations) para levar tráfego para os produtos de continuidade”.

“O propósito da demonstração dramática é DAR ENFASE AO GANCHO e não à história ou oferta” – Russell Brunson.

A ideia por detrás da demonstração dramática, é que esta faça uma espécie de build up de antecipação para a Oferta, ou seja, podes usar, por exemplo, um webinar ou desafio para mostrar o que é possível alcançar como o teu produto e fazê-lo de forma altamente cativante, mas após o registo no webinar/desafio eles devem ser direcionados para a página do MIFGE e este tem também de ser apetecível para o avatar!

E para as pessoas comprarem o MIFGE, este tem de estar relacionado com o gancho. Mas como saber qual o melhor gancho a usar para que as pessoas prestem atenção à demonstração dramática?

A resposta é: O Próprio Gancho tem de contar uma história.

Mas como ainda estamos no campo do tráfego “gratuito” (uso as aspas, porque não acredito que isso exista, porque mesmo o SEO e a criação de conteúdo tem custo, nem que seja do tempo que se levou a fazer e das ferramentas de design e de SEO), o Larsen veio dar-nos ótimas dicas para criação de nomes de domínio!

Se o teu domínio estiver relacionado com a palavra-chave do teu gancho, nicho ou dos termos de pesquisa do teu avatar para o problema que ele quer resolver, tens aí uma boa chance de aparecer nos principais SERP’s (resultados de pesquisa).

Então, ele partilhou a framework que usa para criar domínios com base no gancho para o avatar.

Exemplos aplicados a clientes do Larsen:

  1. “You’ve just been through a life crisis with one thing on your mind, that you haven’t told half, or more, of your stories.” What would you do in the next 7 days to preserve your legacy for future generations? We came up with: 7DayLegacy.com

    Assim que ele encontra o nome de domínio que lhe parece perfeito, começa a construir o funil.

  2. “Every diabetic checkup now feels like the doctor is just guessing using your lifestyle.” Before Diabetes, you had energy for your family and were fearless in your goals, but feeling the same way now is challenging. How can you take control over your numbers and live fearlessly? We came up with: FearlessDiabetics.com


  3. Christian men whose wives have moved out. To cope with discomfort, and when you don’t know when she’s coming back. What steps can you take? We came up with: WinBackYourWife.com


Então, aquilo que o Larsen faz é usar elementos do próprio gancho para encontrar nomes de domínio originais, curtos e de fácil memorização, para que a pessoa possa pesquisar pelo domínio e referenciá-lo a outras pessoas.

Bridger Pennington e Mason Vranes

Bridger Pennington e Mason Vranes

Continuando na senda das demonstrações dramáticas, sobem mais uma vez a palco Bridget e Manosn para nos mostrar as “short form dramatic demonstrations” e como usar gamificação nas nossas Ofertas e vendas, para que seja divertido, retirando o peso de estar a fazer uma venda, porque como diz Dylan Frost “Se mostrares que tens medo de vender, os teus clientes terão perceber e ter medo de comprar”.

Segundo eles, as pessoas só estão à espera de uma desculpa, qualquer desculpa, para poderem comprar.

Ele contou que uma vez há algum tempo, teve uma inundação em casa. Mostrou todo o estrago que a inundação causou e disse que para pagar os arranjos tinha de fazer vendas para conseguir o dinheiro. E não é que as pessoas compraram?!

A verdade é que o estilo deles é anti formalismos e procuram usar humor em tudo o que fazem, talvez por isso tenha resultado.

Outro momento destes aconteceu quando o Bridger teve o primeiro filho, e o sócio Mason aproveitou esse momento para fazer vendas, dizendo que o Bridger precisava do dinheiro para comprar fraldas para o filho.

Isto pode parecer parvo, mas a verdade é que eles vendiam infoproduto com muitos reviews, portanto a audiência sabia que funcionava, faltava era um estímulo para a compra acontecer por parte das pessoas que tinham interesse no produto, mas que ainda não tinham encontrado o momento ou estímulo certo.

Eu acho que é de génio e explico-te porquê…

44.000.000

Este número representa o montante em euros que os portugueses gastam em jogos de sorte e azar…

Por dia!!!

São mais de 16.000.000.000€ por ano!!

Achas que isso é dinheiro bem gasto? Achas mesmo que os tugas não têm noção que o jogo das probabilidades não joga a seu favor?

Eu acho que é por estatísticas destas que os nossos governantes nos impingem tantos impostos. Se fosse eu a governar, também olhava para estes números e fica a pensar “Bom… parece que afinal ainda podemos esticar a corda mais um pedaço…”

A verdade é que o dinheiro existe e ainda por aí. Se tens um negócio, tens é de encontrar estratégias (por mais loucas que pareçam) para meter esse dinheiro no teu bolso.

Nehemiah (Neo) Davis

Nehemiah (Neo) Davis

Neo veio a palco mostrar formas de gerar tráfego para as nossas páginas, mas não sei antes contar a sua história, como tinha tudo para acabar na cadeia e morrer na cadeia, tal como acontecera com o seu pai.

Mas não me vou alongar na história dele.

Ele alertou-nos que o processo não é complexo, mas pode ser um pouco duro no início, especialmente se o teu negócio pode apenas contar contigo, que é como quem diz, ainda não tens equipa.

Como gravar conteúdo para muito tempo

  • Agenda 1 dia para te dedicares única e exclusivamente á gravação

  • Grava entre 50 a 100 vídeos

  • Leva contigo 5 roupas diferentes para não parecer que o conteúdo foi todo gravado na mesma altura

  • Recorrer a ferramentas de Inteligência Artificial como Bard ou ChatGPT

  • Massificar a partilha destes conteúdos gratuitamente nas redes sociais

  • Se não tens ideias sobre temas a abordar nestes conteúdos, pergunta diretamente aos teus clientes, lista ou audiência, o que é que eles gostariam de saber

  • Dá o teu melhor conteúdo gratuitamente (como não é sequencial e está espalhado, o quem te segue consegue perceber que precisa do teu método para conseguir aplicar os teus ensinamentos de forma a ter mais sucesso)

  • Muitos dos teus conteúdos que partilhas gratuitamente têm de ter o fator Uau!

     

Vais precisas de te organizar para criar estes conteúdos, porque vais precisas de vídeos curtos 1 a 3 minutos e vídeos um pouco mais extensos de 5 a 8 minutos.

Estes vídeos de 5 a 8 minutos são ótimos para o Youtube e o melhor de tudo é que podes fazer cortes nesse vídeo e criar vários nuggets (45 segundos a 1 minuto) para partilhar nas redes sociais.

Em todos os vídeos que crias, deves fazer uma pausa, ou mesmo no final destes, e dizer “se pretendes saber mais sobre …. (tema do vídeo), envia-me uma mensagem direta, subscreve o meu canal YT, segue-me e partilha no Instagram.”

Para ganhar tempo na edição dos vídeos, podes usar ferramentas como Video.ai ou Opus.

Instagram

  • Publicar todos os dias sem exceção

  • Das 00H às 06H publicar a cada hora e meia (deixar agendado). Isto fará com que a pessoas assistam os teus conteúdos mais cedo porque tens predominância no algoritmo

Automação

Podes usar o Manychat ou outra ferramenta semelhante para criar respostas automáticas. Assim, nos teus vídeos podes dizer às pessoas para escreverem “quero mais” ou “sim” e automaticamente recebem uma resposta com link para uma das tuas páginas de lead magnet ou venda.

Estes foram os principais takeaways que retirei da apresentação do Neo, sendo que também falou em afiliação e podcasts, mas nada de substancial para acrescentar aqui.

Setema Gali Funnel Hacking Live 23

Setema Gali

Setema foi jogador profissional da NFL e ganhou mesmo um campeonato.

No final da carreira virou-se para o imobiliário, mas depois veio a crise de 2008 e, basicamente, perdeu tudo o que tinha.

A certa altura entrou para o programa do White e tornou-se num dos seus facilitadores, até que White o convidou a se despedir para se lançar, pois acreditou no potencial de Setema.

“Foi assustador, mas avancei” disse Setema, que se sente eternamente grato a White por este lhe ter dado o empurrão.

Hoje Setema é um Business Coaching Growth de grande sucesso e a sua história mostra que a vida é feita de altos e baixos, e que não importa quantas vezes a vida nos tenta deitar abaixo, mas sim o quão resilientes conseguimos ser.

“Master Bruce, why do we fall?”

“So we can learn to pick ourselves up.”

Setema deu um show muito interessante com a sua Framework SSSS – Simple Success Swinging Singles

Setema Gali e a Framework SSSSS

Say it – o primeiro passo vem com a afirmação daquilo que tu queres ser/fazer. Ao dizê-lo a ti mesmo e aos teus pares, é como assumires um compromisso, e ninguém gosta de falhar a um compromisso.

Portanto, afirma aquilo que queres, porque é que isso é importante para ti, encontra o teu propósito.

See it – o segundo passo é visualizar a tua afirmação. Isto é um exercício utilizado na Programação Neurolinguística (PNL). Quanto te visualizas na posição onde queres estar ou a cumprir o teu propósito, crias uma imagem mental na tua cabeça que fica impregnada.

Isto fará com que, sempre que tenhas de tomar uma decisão, te lembres desta imagem e penses “se tomar esta decisão, vou estar em direção ao meu propósito ou vou estar a desviar-me do caminho?”.

Swipe it – Inspira-te num modelo ou num mentor e faz o que ele faz. Quem é essa pessoa que está a viver aquilo que afirmaste e visualizaste para ti?

Shape it – Com o passar do tempo, vais ganhado perícia e dominado o método da pessoa a quem fizeste o swipe, mas a certa altura começas a introduzir variações ao teu estilo, ou vais percebendo que se fizeres as coisas de uma determinada maneira consegues que as pessoas tenham uma transformação mais acelerada.

Então acabas por moldar para a tua própria voz e desenvolver o teu método, que funciona para o teu avatar.

Ship it – Se tens algo novo a apresentar ao mercado, diz ao mercado que existe uma nova (ou diferente) oportunidade para conseguir ….. (o que o teu avatar quer e tu consegues entregar).

Depois, ao receberes pedidos de informação sobre esse produto, é provável que ainda não saibas exatamente como vai acontecer ou como será feita a entrega, mas dá a informação que tens e vais trabalhando com o desenrolar dos acontecimentos.

Mas, se não “enviares”, nada vai acontecer. Isso é garantido.

Portanto, “ship it!”

Conclusão

Ufa!…

Que dia longo.

Mas a verdade é que a história do dia não acaba aqui.

Depois do jantar ainda tivemos uma Grande Intrevista que o Jim Edwards fez à lenda do Direct Response Marketing Dan S. Kennedy.

Falaram de como se fazia a Demonstração Dramática na televisão e rádio e como transportar isso para os dias de hoje nos nossos Lanaçmentos, Webinars e VSL’s.

Mas foi tão extensa que não a posso incluir aqui neste artigo de blog.

Vais ter de ver numa próxima oportunidade.

Pensar que ainda me falta escrever um artigo sobre o último dia do evento… é duro, mas vale a pena 🙂

Marco Nogueira

Marco Nogueira

Apaixonado por Marketing Digital e E-Commerce, ajuda pequenas e médias empresas a lançar o seu e-commerce e alcançar resultados com marketing digital.

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Sobre mim...

Marco Nogueira Marketing Digital eCommerce Estratégia de Lançamentos webinar

Sou apaixonado por Marketing e E-Commerce e  aminha missão é ajudar-te a ter resultados no teu marketing e na tua loja online.

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